domingo, 3 de maio de 2015

ENCONTRO 2015 C CAÇ 2505

-NOTÍCIA-
Caros Camaradas de Armas, Familiares e Amigos

Como vem acontecendo há alguns anos, o Encontro dos Combatentes da nossa Companhia, tem lugar no sábado anterior ou posterior, ao dia 8 de Maio, data da nossa partida, para a então província ultramarina de Angola.

Assim, relembramos, esperando a vossa comparência no Almoço/Convívio de 2015, que terá lugar no próximo dia 9 de Maio, com concentração pelas 10H00, no parque de estacionamento do Restaurante O Manjar do Marquês em Pombal.

Um Abraço Amigo

JM

sexta-feira, 3 de abril de 2015

PÁSCOA 2015


A todos os combatentes, familiares e amigos
da C Caç2505, votos de uma
PÁSCOA FELIZ

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS 2014


PARA TODOS OS COMBATENTES, FAMILIARES E AMIGOS DA C CAÇ 2505

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

FALECIMENTOS NO BATALHÃO

-NOTÍCIA-

Tivemos conhecimento do falecimento do Comandante do nosso Batalhão, no dia 2 do corrente, Coronel na reforma, António Almeida Soares. Tinha 93 anos de idade. 
O velório está na Capela do Largo da Luz, em Lisboa e o funeral tem lugar precedido de missa, hoje pelas 10H00, seguindo para Espinho, onde será sepultado em jazigo de família.

Também só agora tivemos conhecimento, do falecimento no dia 25 de Julho, do então Alferes Miliciano da CCS, Comandante do Pelotão de Reconhecimento, Rui Esteves Rodrigues, assim como, em Janeiro do corrente ano do então Capitão da CCS, Carlos Alberto Fernandes Pires, actualmente Coronel na Reforma.

O Batalhão de Caçadores 2872 está mais pobre.
Que descansem em paz.
JM 

sábado, 26 de julho de 2014

OUTROS CONVÍVIOS

-NOTÍCIA-
Postamos três novos PE, dos últimos sábados publicados no CM.
JM
PONTO DE ENCONTRO
CORREIO DA MANHÃ
12JUL2014

PONTO DE ENCONTRO
CORREIO DA MANHÃ
19JUL2014

PONTO DE ENCONTRO
CORREIO DA MANHÃ
26JUL2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

RUMO A UM CAIS EM LISBOA

-FARDA OU FARDO?-
Zarpámos do Funchal cerca de meia-noite. Passámos, portanto, a parte diurna desse dia na Ilha pois havíamos atracado logo de manhãzinha. Vejo o navio a começar a navegar com a proa apontada para um pouco antes do bico do monte frente à cidade. Fico assustado. Será que vamos bater ali? Questiono um tripulante perante o meu alarme. Ele, tranquilamente, respondeu-me: “É que o navio está apontado para ali mas, com a corrente, ele vai navegando de lado e iremos passar bastante para lá do morro”. Fiquei a saber naquela altura que, tal como nos aviões, que sofrem a influência dos ventos (mas aí eu tinha conhecimento), há também, na navegação marítima, uma diferença entre Rota e Rumo. Entrámos no alto-mar, azimute de Lisboa na bússola, com viagem prevista para cerca de 36 horas. Durmo tranquilo, ainda teríamos mais duas noites e um dia de navegação. Como de manhã estava um tempo ótimo, aproveito para me refastelar um pouco e gozar os últimos momentos do Vera Cruz.


A última noite foi passada em grande desassossego uma vez que, pela manhã desse dia 1 de julho de 1971, atingiríamos o Tejo. Mas, para nosso espanto, o navio parou no meio duma neblina cerradíssima, que nada víamos num raio de 20 metros. Soa o seu apito estridente e responde um outro mais fraquinho: era o da Lancha dos Pilotos. Estávamos junto ao Farol do Bugio, viemos depois a perceber quando o sol clareou, dissipado o nevoeiro. Sobe para bordo o Piloto do Porto da Barra de Lisboa … e o navio começa a subir o Tejo, devagarinho. Passa sob a Ponte, então chamada de Salazar, agora de 25 de Abril, e começa-se a vislumbrar uma multidão no Cais de Alcântara e não no da Rocha de Conde Óbidos, donde tínhamos partido em 1969, a acenar, com lenços, chapéus e tudo que dava para abanar. Acostámos, em manobra lenta e vagarosa, e alguma multidão entra em transe. Gritos de alegria vindos de fora, acenos feitos de dentro. Minutos especiais em que disciplina rígida tem que imperar, sob pena de perca do controlo da situação. A compreensível ânsia é grande mas tem haver rigor no critério de saída. Chega a minha vez. Desço o portaló e encontro logo de imediato, de Serviço de Prevenção de Enfermagem ao navio, o que viria a ser o meu cunhado António, mais tarde mobilizado para Moçambique. É o meu primeiro abraço. Rapidamente descubro os meus familiares e a minha namorada. Ficará perene na minha memória esse esperado momento do reencontro ansiado.

“Vamos embora, tenho ali o carro!”, diz o meu cunhado Amorim (já falecido). “Não posso. Temos que ir enquadrar o pessoal até ao R.I. 2, em Abrantes (nossa Unidade Mobilizadora) para fazer o chamado espólio do fardamento, tirar uma Radiografia Pulmonar e receber a Licença Registada por 30 dias e ainda aguardar pela bagagem de porão!”. Assim se procedeu, mas eles, os meus familiares, levaram o carro para Abrantes para me aguardar. Chegámos à Unidade, transportados em Camiões Militares desde a Estação de Abrantes, onde findou a sua marcha o Comboio Especial. Portanto, missão cumprida. Nós, Milicianos, não fizemos espólio. O fardamento era nosso, pago por nós, com dinheiro abonado pelo Exército mas descontado posteriormente no soldo.















É-me feita uma Radiografia Pulmonar e é-me entregue a Licença Registada por 30 dias, período durante o qual nos encontrávamos ainda no Ativo. Findo esse prazo, entraríamos na chamada Disponibilidade. Concluo logo que será melhor voltar ao RI 2 mais tarde para levantar a bagagem de porão. Entro no carro e, após umas horas de compreensível conversa emocionada, chego, finalmente, à minha rica cidade do Porto.

Adeus às Armas! Fim da Guerra! Mas será que foi mesmo o fim da Guerra? NÃO, NÃO FOI! Constatamos todos nós, Combatentes, isso, hoje. Ela somente hibernou … as nossas cabeças apenas entraram num período de nojo … Sim, porque a Guerra é mesmo um nojo!…

Carlos Jorge Mota

domingo, 13 de julho de 2014

OUTROS CONVÍVIOS

-NOTÍCIA-
Embora com algum atraso, postamos o PE do dia 5 do corrente mês, publicado pelo CM.
JM 
PONTO DE ENCONTRO
CORREIO DA MANHÃ
05JUL2014