segunda-feira, 29 de outubro de 2018

COMBATENTE PUBLICA CONVÍVIO 2018

-NOTÍCIA-

O Combatente, publicação trimestral da Liga dos Combatentes, já noticiou o nosso Almoço/Convívio Anual, realizado no dia 5 de Maio.
Assim e para conhecimento dos combatentes, familiares e amigos da nossa Companhia, postamos abaixo a referida notícia:



JM

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

JORGE HUMBERTO: ESTUDANTE, FUTEBOLISTA, MÉDICO E MILITAR

-TESTEMUNHO-

JORGE HUMBERTO PERTENCEU À FAMÍLIA DO BATALHÃO DE CAÇADORES 2872, QUE CUMPRIU O SERVIÇO MILITAR EM ANGOLA 
DE MAIO DE 1969 A JUNHO DE 1971
JORGE HUMBERTO

Jorge Humberto teve, no entanto, a sua maior visibilidade, primeiro como jogador da Associação Académica de Coimbra, onde jogou por duas ocasiões, aos 17 anos vindo do Mindelo, ilha de S. Vicente, Cabo Verde, onde nasceu a 17 de fevereiro de 1938, tendo protagonizado um acontecimento, impensável para a época, a transferência para um colosso italiano, o Inter de Milão.

Tempos de infância e juventude

Jorge Humberto Gomes Nobre de Morais, fez os estudos do ensino primário e concluiu o ensino secundário no Liceu Gil Eanes, no Mindelo. Antes de rumar a Portugal, aos 17 anos, para vestir as cores da Académica de Coimbra, ainda representou, em Cabo Verde, a Académica do Mindelo, 7ª filial da "Briosa".

Primeiros tempos em Coimbra

Em outubro de 1955, foi o ano em que veio para Portugal para estudar na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Ao mesmo tempo e por orientação do mestre Cândido de Oliveira, treinador da equipa principal, prosseguiu a sua carreira de futebolista nos juniores. Estreou-se contra o União de Coimbra, jogo que a equipa academista venceu por 3 bolas sem resposta, com hattrick do Mindelense. Não podia ter corrido melhor a estreia.
Em 1956, no jogo contra o Olhanense, por ocasião da Tarde Desportiva da Queima das Fitas, Cândido de Oliveira decidiu dar-lhe a oportunidade de se estrear na equipa principal. Jogo marcada por um lesão, quase no fim do jogo, que o retirou dos campos durante 3 meses. Cumpriu ao serviço da equipa academista 5 épocas, até 1961.


EQUIPA DA ACADÉMICA

Transferência para o Cálcio de Itália

Em 1961, estava no último ano de medicina, até aí tinha resistido à tentação de se tornar profissional de futebol, mas uma proposta tentadora levou-o a assinar pelo Inter de Milão, tornando-se no segundo jogador, com nacionalidade portuguesa, a jogar no estrangeiro. Em Itália as coisas complicaram-se, porque a lei italiana só permitia a inscrição de dois estrangeiros, ora a equipa italiana já tinha preenchido esse requisito com o inglês Hitchens e por Suarez, o craque de nacionalidade espanhola.

Este problema foi resolvido com uma "estória" que levou à aquisição da nacionalidade italiana, essa história contada num artigo de "A Bola":
"Um jornalista espanhol de A «Marca» escreveria, divertidíssimo, que Helénio Herrera se havia debruçado sobre a árvore genealógica de Jorge Humberto, descobrindo que o jogador era oriundo de emigrantes italianos, clandestinamente saídos de Itália, em data imprecisa, para se radicarem em Portugal. Afinal, a mentira tinha outro engenho. E no dia 25 de Agosto de 1961, Jorge Humberto Gomes passou a cidadão italiano, com o nome de Giorgio Raggi, filho natural de Vittorio Raggi, de 74 anos de idade, que declarou, sob juramento, ter conhecido a mãe de Jorge Humberto, em Cabo Verde. A Giorgio Raggi foi passada a certidão de idade 1865/56-15, que confirmava o nascimento de Jorge Humberto em Cormas de Barlavento, Cabo Verde, a 17 de Fevereiro de 1939, na Rua dos Descobrimentos, filho de pai incógnito e de Maria Antónia Gomes, 28 anos de idade, solteira e doméstica."  Ver artigo de "A Bola" em:  http://www.abola.pt/publica/50anos

Na sua passagem por Itália, onde atuou de 1961 a 1964, também representou as equipas do Lanerossi e do Vicenza.

AQUI COM HELÉNIO HERRERA AO MEIO

Regresso a Coimbra e à Académica

O regresso a Coimbra ocorreu em 1964, voltando a jogar na Académica até ser obrigado a ir prestar serviço militar em 1968. Foi um período decisivo na sua vida, durante o qual finalmente conclui o curso de Medicina, em 1966. Nesse ano, em 20 de fevereiro termina a sua ligação à Briosa como jogador num jogo em casa mas em que o resultado foi o menos importante.

Conciliar os estudos com o futebol

Extrato da entrevista ao Jornal Record:
"Sempre fiz as duas coisas e, mesmo nas três épocas em Itália, fiz uma cadeira por ano. Matriculei-me na Universidade de Milão onde fiz uma e, quando fui para o Vicenza matriculei-me na de Pádua, onde fiz mais duas. Sempre quis manter vivos os estudos porque a carreira de futebolista não dava para fazer o que fazia em Coimbra. Quando voltei à Académica, em 1964, completei o que deixara para trás, pois rumei a Itália com o quinto ano de Medicina incompleto. Fui conciliando Medicina e futebol. Só após a lesão que me matou a carreira me voltei para a outra via."

Serviço militar em Angola no Batalhão de Caçadores 2872

Termina o curso de medicina em 1966 no mesmo ano em que terminou a carreira de futebolista, 3 anos depois foi chamado para cumprir o serviço militar.

Como todo o Batalhão embarcou, no Paquete Uíge, a 8 de maio de 1969, como alferes miliciano médico. Chegado a Luanda foi colocado no Hospital Militar desta cidade, onde passou a residir. Com a transferência do Batalhão para o Leste de Angola, Jorge Humberto, acompanhou os camaradas militares desta unidade, ficando na sede do Batalhão no Lucusse, regressando a Portugal a bordo do paquete Vera Cruz, em junho de1971.

'O tempo que passou em Angola serviu também para ganhar prática médica. "Fiz aquilo que era possível ser feito", admite Jorge Humberto, descrevendo vários casos de ferimentos graves ou partos que teve de ajudar a realizar. Quando regressa a Coimbra, em 1971, dedica-se à especialidade. Acaba por escolher Pediatria: "Aquela que eu sempre quis." Termina-a em 1975. "Depois tive a sorte de, terminada a especialidade, passados dois anos, abrir o Hospital Pediátrico [de Coimbra]."'

Homenagem prestada pela Associação Académica de Coimbra

A direção Geral da Associação Académica de Coimbra e a Associação Académica de Coimbra/OAF, com o apoio  do Núcleo de Veteranos, promoveu uma homenagem ao Dr. Jorge Humberto, antigo jogador da Académica dos anos sessenta, durante o jogo Académica com o Vitória de Guimarães,  que se realizou no dia 25 de janeiro de 2009, num jogo que a equipa da casa venceu por 2-1. O antigo craque que tem uma placa comemorativa no antigo campo de Santa Cruz e foi alvo de uma grande ovação no intervalo da partida.

JORGE HUMBERTO, ACOMPANHADO POR PINTO FERREIRA 
E ADELINO BRANDÃO, AMBOS DO B CAÇ 2872 

JORGE HUMBERTO E PINTO FERREIRA

O pediatra de Macau Jorge Humberto, o primeiro português a atuar no campeonato italiano, já havia sido homenageado pela casa de Portugal em Macau, durante o jantar de Natal, quando recebeu duas simbólicas botas de ouro - uma em tamanho real, e outra mais pequena, referência às crianças que tratou durante todos estes anos.

FADVOCAL_ Um breve apontamento musical na homenagem a JORGE HUMBERTO

No dia 18 de Junho de 2009, realizou-se um Jantar-Tertúlia na Casa da Académica em Lisboa para homenagear Jorge Humberto. O Fadvocal associou-se a esta iniciativa e marcou presença.

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Um agradecimento especial ao camarada ex-furriel miliciano da CCS - Companhia de Comandos e Serviços, do Batalhão de Caçadores 2872, que facultou alguns textos de pesquisa e as fotos.

Fontes:
Público:https://www.publico.pt/2011/07/17/jornal/o-telefonema-que-mudou-a-vida-de-jorge-humberto-22450006
CMJornal: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/academica-da-vitoria-a-jorge-humberto.
Record: http://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/2--liga/academica/detalhe/brioso-jorge-humberto-trocou-a-bola-pelas-criancas.html

F. Santos - Memórias de Angola
20 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

ENCONTRO DE ALGUNS COMBATENTES DO NOSSO BATALHÃO JUL/AGO 2018

-NOTÍCIA-
Realizou-se no passado dia 30 na Associação dos Fuzileiros no Barreiro um almoço/convívio, onde compareceram alguns combatentes do nosso Batalhão.
Este almoço já sugerido há algum tempo para esta data, pelo nosso amigo Carlos Neves da CCS, tinha como objetivo aproveitar a curta estadia do nosso F Santos, que tem estado ausente na Cidade da Praia e decorreu da maneira habitual com as recordações a tomarem sempre conta das conversas, onde o local e a refeição têm nota positiva.
Dada a altura do ano não puderam comparecer alguns camaradas, pelo que no local ficou combinado a realização de um outro almoço para o dia 1 do corrente mês, esperando que pelo menos que mais seis camaradas pudessem estar presentes.
Este último almoço teve lugar na Associação dos Comandos, em Paço de Arcos, mas por imperativos motivos só dois dos seis camaradas interessados puderam comparecer.
Ali a pista de obstáculos foi trocada por mais uma “valente” sardinhada, regada com um excelente vinho branco à pressão. Agradável convívio onde os empregados se renderam às graçolas e simpatia dos participantes.
Por fim depois de algumas “brincadeiras” no exterior, ficou estabelecido que novos encontros se irão realizar.
Jm
PS: Claro que as “brincadeiras” não incluíram a pista de obstáculos. Mama Sume".
ALMOÇO FUZILEIROS
AS FOTOS

ALMOÇO COMANDOS
AS FOTOS





FOTOS:
F Santos
J Merca
M Pimenta

terça-feira, 3 de julho de 2018

ALMOÇO/CONVÍVIO NA ASSOCIAÇÃO DOS FUZILEIROS NO BARREIRO JUNHO 2018

-NOTÍCIA-

Na passada quarta-feira dia 27 de Junho, estiveram reunidos em mais um almoço convívio, na Associação dos Fuzileiros no Barreiro, alguns camaradas e amigos combatentes do Batalhão de Caçadores 2872. Como vem sendo habitual este encontro, contou mais uma vez com uma significativa presença de camaradas da companhia irmã 2506, que do Porto se deslocaram até ao local deste evento.

O Fernando Temudo esteve na organização, assim com o Amaral e o Boavista e como sempre, não descorando o mais ínfimo pormenor, pois até na distribuição de lugares se preocupou em demasia, para que tudo corresse pelo melhor, como veio a acontecer.

Apesar do agradável dia, o almoço decorreu no interior do restaurante, dado o número de presenças não permitir que o mesmo por falta de espaço, tivesse lugar na esplanada.

Registámos com surpresa a presença do Afonso Santos e o Joaquim Pereira (o nosso cabo guloso), da 2505 e do Marta Pereira da CCS, a quem tive a oportunidade de dar um forte abraço pelos anos passados sem o rever.


A ementa com pedidos à lista e individuais, recomenda-se na qualidade e custo. Foi uma muito agradável confraternização, pelo que ficou já agendada uma próxima, a realizar no próximo dia 30 de Julho.

Para finalizar, elementos das diversas companhias do batalhão, concordaram que no ano de 2019, em comemoração do 50º. Aniversário da nossa partida para a então Província Ultramarina de Angola, independentemente das confraternizações anuais das suas companhias, se irá realizar um encontro nacional do Batalhão de Caçadores 2872, aberto para além dos seus combatentes, a familiares e amigos. Para este encontro foi escolhido o dia 5 de Outubro e o local será o Restaurante Manjar do Marquês, em Pombal.

Até ao dia 30 de Julho.
jM   
A MESA

O ALMOÇO














O GRUPO



Fotos: Medrôa, Temudo, Merca e Freitas

terça-feira, 19 de junho de 2018

ENCONTRO 2018 C CAÇ2505

-ENCONTRO C CAÇ 2505-
ENCONTRO C CAÇ 2505 EM POMBAL 2018

Mais uma vez estou escalado para fazer a reportagem do Convívio da nossa Companhia do corrente ano. Já lá vai algum tempo mas como diz o provérbio popular, “mais vale tarde do que nunca”. Pois bem, aqui vai ela.

O dia 5 de Maio nasceu em Lisboa e em Pombal com o tempo a colaborar, para a realização do nosso Encontro. Eram precisamente 08H00 quando, junto à Casa da Moeda em Lisboa, me encontrei com o F Santos, meu velho amigo e camarada de armas. Tivemos pena que o Madeira Costa não viaja-se connosco, mas por motivos mais que imperativos não conseguiu estar presente no nosso Convívio.

A viagem, foi como de costume, muito agradável entre conversas e quilómetros a serem percorridos. Para não variar, mesmo com o GPS, mais uma vez me enganei na escolha da saída da A1, em direção ao Manjar do Marquês. Apesar do engano, só não fomos os primeiros a chegar ao estacionamento do restaurante, dado o Nuno Dias da 2506 já lá se encontrar e que com grande esforço tentava adivinhar os nossos nomes. Pois! Como ficou estabelecido no almoço do ano passado, em 2018 voltaríamos a contar com a presença neste convívio da nossa Companhia Irmã 2506.

Rapidamente começaram a chegar ao parque de estacionamento do restaurante, as viaturas que transportavam os participantes para mais este evento das duas companhias. Entre abraços, conversas de circunstância e alguns “bitaites” chegámos ao momento das fotos de família.

Já com as mesas devidamente reservadas por companhias, o “pessoal”, começou a entrar para a sala onde seria servido o almoço. Enquanto saboreávamos as deliciosas entradas, proferi algumas palavras, fazendo alusão aos almoços já efetuados, realçando os primeiros realizadores, A Seguro, A Claro e A Carlos, a quem todos devemos o estar aqui hoje. Descrevendo superficialmente o nosso percurso, desde Abrantes, Santa Margarida e já em terras de Angola, nos Dembos/Dange, Grafanil, Zenza, Nambuangongo, Caminhão, Canage, Lucusse, Lungué-Bungo e de novo Grafanil, fiz notar que toda a vivência por que passámos para o melhor ou para o pior, enraizou a camaradagem e até amizade hoje aqui de novo demonstrada. Como tem sido tradição, informei os presentes do envio de um forte abraço com votos de um bom convívio por parte do Abílio Lúcio, Álvaro Gonçalves, Ângelo Gabriel, Armando Gil, Celestino Paixão, Domingos Ferreira, João Ferreira, Joaquim Sarzedas, Jorge Justino, José Madeira Costa, Mário Leite e Vitorino Rodrigues, que por imperativos motivos foi impossível estarem presentes. Deixei para o fim a amarga comunicação, relativa ao estado de saúde do nosso camarada de armas Arlindo Carlos a quem desejamos como esperamos francas melhoras. Como anteriormente tinha falado com o seu filho Henrique, informei os presentes, que o Arlindo depois do AVC combateu pela vida, estando agora a combater, para voltar a ser o nosso conhecido e velho amigo.

Seguidamente tomou a palavra por parte da organização da 2506 o camarada Carlos Mota, que falou sobre o que por bem achou comunicar aos participantes no evento e principalmente aos elementos daquela companhia irmã.

Como também é tradição, em homenagem aos camaradas que por já terem partido, alguns demasiado cedo, fizemos um minuto de silêncio com a chamada na formatura pelos seus nomes. Este minuto de silêncio, também foi extensivo aos camaradas falecidos da companhia 2506.

Quanto ao almoço, como era de esperar teve nota máxima pelo excelente serviço, qualidade, quantidade e quanto ao custo, podemos dizer que foi um preço para amigos. Só as entradas com os vários e célebres pastéis, acompanhados com o apreciado arroz malandro de tomate, feijão-frade com tempero especial, salada de polvo e orelha de porco, davam para ficar bem almoçado. O menu principal um delicioso ensopado de borrego foi acompanhado com um não menos excelente vinho. A sobremesa na base de leite-creme, salada de frutas ou simplesmente fruta, ao que se seguiu o café. Por fim o bolo com a insígnia do batalhão acompanhado por um excelente espumante. Não deixámos de realizar um brinde com a velha saudação: “ À nossa, pelas nossas inclinações, para que as nossas mulheres nunca fiquem viúvas, ou os nossos filhos órfãos de pai”. Parabéns ao Restaurante o Manjar do Marquês.

Por iniciativa da companhia 2506 ficou decidido que para o próximo ano não voltaríamos a realizar conjuntamente este encontro, embora por nossa parte estaríamos dispostos a fazê-lo, até a nível de Batalhão, dado ser para o ano a passagem do 50º. Aniversário da nossa partida para a então Província Ultramarina de Angola. Estaremos dispostos, não por elitismo, mas por maior conhecimento dos graduados entre companhias, a encarar a hipótese de realizar um encontro de graduados, familiares e amigos a nível nacional do Batalhão de Caçadores 2872.

O Encontro da Companhia de Caçadores 2505 de 2018 estava a chegar ao fim. O Fernando Santos e eu próprio fomos os últimos a abandonar o restaurante. Entrámos na viatura e novamente entre conversas e quilómetros percorridos chegámos ao nosso destino, ficando o meu amigo Santos no mesmo local onde no início do dia o apanhei.

Até para o ano.
jMerca

A CONVOCATÓRIA


 AS FOTOS
 A CONCENTRAÇÃO







O SIMÕES E O SANTOS À FRETE DA VIATURA DE UM 
CAMARADA DA 2506
COMANDANTE, OFICIAIS E SARGENTOS DA NOSSA COMPANHIA
O COMANDANTE E OS SEUS OFICIAIS SUBALTERNOS 

OFICIAIS E SARGENTOS DA C CAÇ 2505

SARGENTOS DA C CAÇ 2505- FALTA O SOARES
AS FOTOS DE FAMÍLIA

OS COMBATENTES DA C CAÇ 2505
OS COMBATENTES DA C CAÇ2506
 O ALMOÇO


A MESA DA ORGANIZAÇÃO

O BOLO COMEMORATIVO

Fotos F Santos e J Merca 
OS VIDEOS

https://www.youtube.com/watch?v=hxa7QAXUXnk

https://drive.google.com/file/d/16P315_4Awg3RsD_v_1G48yPzD_ToK8_J/view?usp=drive_web